Finalistas 2015

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domingo, 27 de abril de 2014

Adjetivos qualificativos

Adjetivite

Estava uma bela manhã de primavera. Um pouco fresca e ventosa, mas também perfumada e luminosa. Que manhã fabulosa! Era uma manhã excitante e intrigante, poderosa, aventurosa, uma manhã maravilhosa. No entanto, a certa altura, a manhã começou a sentir-se esquisita, estranha, bizarra. Mandou-se chamar o médico. Que médico?
Um bom médico. Um médico sábio.
Um médico experiente. Um médico famoso. Um médico paciente.
O quê? Cinco médicos? Isso é caríssimo!
Não! Apenas um médico bom, sábio, experiente, famoso e paciente.
Que era também um homem cabeçudo, alto e ruivo, com uma barba cor de laranja que lhe dava pela cintura, de onde também pendia a sua maleta de médico (que era preta, já agora).


Luísa Costa Gomes, Adjetivite in Dom Mínimo, o Anão Enorme e outras histórias, Texto, 1.ª edição, 2009 (Excerto)

Adjetivo é uma palavra variável que indica uma qualidade ou estado 
em relação ao nome que o acompanha, modificando-lhe o significado.

Exemplos:

«Estava uma bela manhã...»
«Era uma manhã excitante...»
«Que manhã fabulosa

O adjetivo concorda com o nome em: 

♦género: masculino e feminino 

Exemplos: 

dia belo / manhã bela (adjectivo biforme)
dia excitante / manhã excitante (adjectivo uniforme).

número: singular e plural 

Exemplos: 

manhã bela / manhãs belas.

O adjetivo também varia em grau, que pode ser:

- normal – atribui uma qualidade ao nome (ex.: Anão alto.)
- comparativo – estabelece uma comparação de superioridade, 
de igualdade ou de inferioridade (ex.: «...mais altos do que Dom 
Mínimo.»; tão altos como...; menos altos do que...)
- superlativo – exprime a qualidade de um ser no seu grau mais 
elevado.

file:///C:/Users/Miguel/Desktop/gramatica_dom%20(2).pdf

25 de Abril de 1974

25 de Abril de 1974
 
  • Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.
    Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"?
  • Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

    Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.
  • Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!
  • O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era umaditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!
  • Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.
    António de Oliveira Salazar
  • Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos?

    Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.

  • Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.
  • Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.

  •  
    • Sabias que os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só".

      Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.

      Marcelo Caetano 
    • A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães".
    • Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar.
      O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.

    • As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.

    • Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.
    • Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer...




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Animação de intervalos

Animação de intervalos

No dia 24 de abril, os alunos do curso de Animação sociocultural, da Escola Profissional de Coruche estiveram na EB de Coruche a animar o intervalo da manhã. As crianças adoraram!

Os queques da Laura e do seu avô

Os queques da Laura e do seu avô

No dia 23 de abril,a Laura e o seu avô presentearam toda a turma com estes deliciosos queques!