sábado, 10 de maio de 2014
Amar Como Jesus Amou - José Cid
Um dia uma criança me chamou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Ouvindo atentamente, ela me olhou
E disse que era lindo o que eu falei.
Pediu que eu repetisse, por favor,
Que não dissesse tudo de uma vez.
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz ?
E disse que era lindo o que eu falei.
Pediu que eu repetisse, por favor,
Que não dissesse tudo de uma vez.
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz ?
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Depois que eu acabei de repetir
Seus olhos não saíram do papel
Toquei na sua cara e a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi cantando assim
Seus olhos não saíram do papel
Toquei na sua cara e a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi cantando assim
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
http://letras.mus.br/jose-cid/1128488/
quarta-feira, 7 de maio de 2014
A Cor da Liberdade
A Liberdade
pode ser vermelha
como os
cravos que os militares exibiram nas suas espingardas.
A Liberdade
pode ser amarela
como o sol
que nos aquece e ilumina.
A Liberdade
pode ser de todas as cores do arco-íris!
Não
interessa a sua cor.
O importante
é saber que,
A LIBERDADE
TEM LIMITES!
E não nos
podemos esquecer que:
A NOSSA
LIBERDADE TERMINA,
ONDE COMEÇA
A LIBERDADE DOS OUTROS.
Texto coletivo
Atividade integrada na Semana da Leitura do Agrupamento de
Escolas de Coruche
sábado, 3 de maio de 2014
Lembranças para o Dia da Mãe
Aqui estão os nossos presentes
Para uma mães especiais...
Não têm pedras preciosas,
Mas têm um amor sem igual!
Verbos
DESTINO
Quem pintou o banco
que sujou o casaco
que eu comprei na loja
para estrear na
tarde
em que te encontrei?
Quem pediu o café
que não preparei
e que bebeste
no lanche da
tarde
em que te encontrei?
Quem comprou a rosa
mais bela da
loja
onde tu entraste
nesse fim de
tarde
em que te encontrei?Alice Vieira, Destino in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009
As palavras sublinhadas são verbos, escritos no pretérito perfeito, do modo indicativo.
COISAS QUE NÃO
PRESTAM
Há uma candeia
que não alumia
há uma roca
que já não fia
há um coche
que já não roda
e no armário
há vestidos
fora de moda
há um triciclo
que pede escusa
e um chapéu
que já não se usa.
e aquilo que já
não fia
nem alumia
nem roda
nem se veste
nem se usa
nem corre
- tem a beleza
do que já não presta
e esta
nunca morre.
Alice Vieira, Coisas que não prestam in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009
candeia - luz de candeia
alumiar - iluminar
roca - vara ou cana em que se enrola a estriga que se quer fiar.
coche - carruagem antiga e rica
"pede escusa" - pede desculpa; pede dispensa do serviço
LIÇÃO
Um destes dias
chamarás por mim
e dirás:
- A partir de agora
não poderemos perder tempo!
A mesa estará livre
para os livros e
os cadernos
e a tua voz fará coro
como o
tiquetaque do relógio
por onde irão passar
as primaveras e
os invernos.
Rirei
da pressa que terás
de me ver
crescer
e escreverei com cuidado
as palavras
que escolherás
para me
mostrares o mundo.
Pai
mãe
terra
casa
pão
irmã
Isso é tudo o
que hoje sei.
O resto
aprenderei amanhã.
Alice Vieira, Lição in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009
As palavras sublinhadas são verbos, escritos no futuro, do modo indicativo.
Verbos são palavras que referem acções ou processos praticados ou desenvolvidos por alguém.
Os verbos distribuem-se por vários Modos diferentes:
Indicativo – apresenta um facto real (ex: Ele pintou o banco.)
Conjuntivo – indica uma possibilidade, um desejo, uma dúvida. (ex: Espero que não esqueças os meus conselhos.)
Condicional – indica que a acção depende de uma condição. (ex: Se tivesse tempo, leria mais.)
Imperativo – pode exprimir um pedido, uma ordem, um conselho. (ex: «Olha as horas!»
Infinitivo – refere a acção de uma forma vaga. (ex: Ler é bom.)
O Tempo indica o momento em que a acção se realiza.
Os tempos fundamentais são:
Presente – a acção situa-se no momento actual. (ex: «Há uma candeia que...»)
Futuro – a acção situa-se num momento posterior. (ex: «Desenharei um sol...»)
Pretérito – a acção situa-se no passado. (ex: «O canário desapareceu.»)
O Pretérito pode ser Perfeito (ex: «O canário desapareceu.»); Imperfeito (ex: «O canário desaparecia.») e Mais-que-Perfeito (ex: «O canário desaparecera.»)
O verbo também apresenta três pessoas gramaticais, que variam no singular e no plural:
1.ª pessoa – a que fala (eu / nós)
2.ª pessoa – a quem se fala (tu / vós)
3.ª pessoa – de quem se fala (ele, ela / eles, elas)
O Gerúndio é uma forma particular do verbo. Indica que a acção está a decorrer. (ex: «Andando, a casa vai estando cada vez mais perto.»)
terça-feira, 29 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Adjetivos qualificativos
Adjetivite
Estava uma bela manhã de primavera.
Um pouco fresca e ventosa, mas também perfumada e luminosa. Que manhã fabulosa! Era uma manhã excitante e intrigante, poderosa, aventurosa, uma manhã maravilhosa. No entanto,
a certa altura, a manhã começou a sentir-se esquisita, estranha, bizarra. Mandou-se chamar o médico. Que médico?
Um bom médico. Um médico sábio.
Um médico experiente. Um médico famoso. Um médico paciente.
O quê? Cinco
médicos? Isso é caríssimo!
Não! Apenas um
médico bom, sábio, experiente, famoso e paciente.
Que era também
um homem cabeçudo, alto e ruivo, com uma barba cor de laranja que lhe dava pela
cintura, de onde também pendia a sua maleta de médico (que era preta, já agora).
Luísa Costa
Gomes, Adjetivite in Dom Mínimo, o Anão Enorme e outras histórias,
Texto, 1.ª edição, 2009 (Excerto)
Adjetivo é uma palavra variável que indica uma qualidade ou estado
em relação ao nome que o acompanha, modificando-lhe o significado.
Exemplos:
«Estava uma bela manhã...»
«Era uma manhã excitante...»
«Que manhã fabulosa!»
O adjetivo concorda com o nome em:
♦género: masculino e feminino
Exemplos:
dia belo / manhã bela (adjectivo biforme)
dia excitante / manhã excitante (adjectivo uniforme).
♦número: singular e plural
Exemplos:
manhã bela / manhãs belas.
O adjetivo também varia em grau, que pode ser:
- normal – atribui uma qualidade ao nome (ex.: Anão alto.)
- comparativo – estabelece uma comparação de superioridade,
de igualdade ou de inferioridade (ex.: «...mais altos do que Dom
Mínimo.»; tão altos como...; menos altos do que...)
- superlativo – exprime a qualidade de um ser no seu grau mais
elevado.
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