Finalistas 2015

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Cartaz a concurso - Regime Europeu de Distribuição de Fruta nas Escolas


Trabalho realizado pelos alunos de 2º/3º D e 4º B, da EB de Coruche

Maio em Flor

Maio é o mês da primavera,
das flores que embelezam os campos,
os jardins e os nossos quintais.
Maio é o mês do coração
e do sol brilhante, que convida
as pessoas a praticar desporto ao ar livre.
Em Maio comemora-se
o Dia de Todas as Mães;
das nossas Mães e da Mãe de Jesus.
Em maio rezamos o terço
e os peregrinos caminham para Fátima.
O mês de maio é maravilhoso!

Texto coletivo

Tema sugerido pela nossa auxiliar, Ana Taxa, a qual integra o grupo de poetas que participam nas sessões de um poema na vila, no Café da Vila, em Coruche.

MAIO
Maio! 
Mês de Mãe.
Mês de flores e sol raiado
Entre campos de papoilas, malmequeres
Ondulando ao sabor do vento
Paisagem colorida
Onde pássaros belos e formosos
Comem nos arrozais.
Cegonhas fazem ninho, sobrevoando os campos.
Mês de Maria!
Maio em flor!
Maio esplendoroso
Glorificando, a alma de quem o possa saborear,
Lucido, simplesmente Maio!

Nunca deixes de sorrir,
Pelos homens, que mudaram suas próprias vidas
Mas não o Mundo.
E assim será simplesmente Maio.

Ana Taxa
O5/05/2014



Maio em Flor
Maio!
Flores renascem como crianças a crescer
Perfumando o Mundo
Deixando algures noutros lugares
Países e pessoas a sofrer
Mesmo no meio do paraíso
Onde florestas e jardins ao sabor do vento
Espalham odores belos e suaves.
Mas a beleza esbate-se numa tela cinzenta,
Onde tudo não passa de um cenário de guerra e fome
Crianças abandonadas, perdidas e assustadas
Com o pensar dos homens.
Maio!
Esse Maio de uma bela Primavera
Transforma-se como numa estação qualquer.
Maio florido,
Maio sofrido
Flores se abriram e choveu pétalas no chão
Olhos cheios de pequenas lembranças,
Sobre folhas e flores ainda molhadas.
Vamos derrubar muros
Pintar o céu de estrelas brilhantes
Poder iluminar corações perdidos.
Então! Maio, florirá com alma e amor.

Ana Taxa 30/04/2014


sábado, 10 de maio de 2014

Amar Como Jesus Amou

Amar Como Jesus Amou - José Cid

Um dia uma criança me chamou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Ouvindo atentamente, ela me olhou
E disse que era lindo o que eu falei.
Pediu que eu repetisse, por favor,
Que não dissesse tudo de uma vez.
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz ?
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Depois que eu acabei de repetir
Seus olhos não saíram do papel
Toquei na sua cara e a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi cantando assim
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz
http://letras.mus.br/jose-cid/1128488/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A Cor da Liberdade

A Liberdade pode ser vermelha
como os cravos que os militares exibiram nas suas espingardas.
A Liberdade pode ser amarela
como o sol que nos aquece e ilumina.
A Liberdade pode ser de todas as cores do arco-íris!
Não interessa a sua cor.
O importante é saber que,
A LIBERDADE TEM LIMITES!
E não nos podemos esquecer que:
A NOSSA LIBERDADE TERMINA,
ONDE COMEÇA A LIBERDADE DOS OUTROS.

Texto coletivo

Atividade integrada na Semana da Leitura do Agrupamento de Escolas de Coruche

sábado, 3 de maio de 2014

Lembranças para o Dia da Mãe

                              Aqui estão os nossos presentes
                              Para uma mães especiais...
                              Não têm pedras preciosas,
                              Mas têm um amor sem igual!
                         







Verbos

DESTINO

Quem pintou o banco
que sujou o casaco
que eu comprei na loja
para estrear na tarde
em que te encontrei?

Quem pediu o café
que não preparei
e que bebeste
no lanche da tarde
em que te encontrei?

Quem comprou a rosa
mais bela da loja
onde tu entraste
nesse fim de tarde
em que te encontrei?

Alice Vieira, Destino in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009

As palavras sublinhadas são verbos, escritos no pretérito perfeito, do modo indicativo.

COISAS QUE NÃO PRESTAM

uma candeia
que não alumia
uma roca
que já não fia
um coche
que já não roda
e no armário
vestidos
fora de moda
um triciclo
que pede escusa
e um chapéu
que já não se usa.

e aquilo que já não fia
nem alumia
nem roda
nem se veste
nem se usa
nem corre

- tem a beleza
do que já não presta
e esta
nunca morre.


Alice Vieira, Coisas que não prestam in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009

candeia - luz de candeia
alumiar - iluminar
roca - vara ou cana em que se enrola a estriga que se quer fiar.
coche - carruagem antiga e rica
"pede escusa" - pede desculpa; pede dispensa do serviço

As palavras sublinhadas são verbos, escritos no presente, do modo indicativo.

LIÇÃO

Um destes dias
chamarás por mim
e dirás:
- A partir de agora
não poderemos perder tempo!

A mesa estará livre
para os livros e os cadernos
e a tua voz fará coro
como o tiquetaque do relógio
por onde irão passar
as primaveras e os invernos.
Rirei
da pressa que terás
de me ver crescer
e escreverei com cuidado
as palavras
que escolherás
para me mostrares o mundo.

Pai
mãe
terra
casa
pão
irmã

Isso é tudo o que hoje sei.

O resto
aprenderei amanhã.


Alice Vieira, Lição in Rimas perfeitas, imperfeitas e mais-que-perfeitas, Texto, 1ª Edição, 2009


As palavras sublinhadas são verbos, escritos no futuro, do modo indicativo.


Verbos são palavras que referem acções ou processos praticados ou desenvolvidos por alguém. 

Os verbos distribuem-se por vários Modos diferentes:

Indicativo – apresenta um facto real (ex: Ele pintou o banco.)

Conjuntivo – indica uma possibilidade, um desejo, uma dúvida. (ex: Espero que não esqueças os meus conselhos.) 

Condicional – indica que a acção depende de uma condição. (ex: Se tivesse tempo, leria mais.) 

Imperativo – pode exprimir um pedido, uma ordem, um conselho. (ex: «Olha as horas!» 

Infinitivo – refere a acção de uma forma vaga. (ex: Ler é bom.) 

O Tempo indica o momento em que a acção se realiza.
Os tempos fundamentais são: 

Presente – a acção situa-se no momento actual. (ex: «Há uma candeia que...») 

Futuro – a acção situa-se num momento posterior. (ex: «Desenharei um sol...») 

Pretérito – a acção situa-se no passado. (ex: «O canário desapareceu.»)

O Pretérito pode ser Perfeito (ex: «O canário desapareceu.»); Imperfeito (ex: «O canário desaparecia.») e Mais-que-Perfeito (ex: «O canário desaparecera.»)

O verbo também apresenta três pessoas gramaticais, que variam no singular e no plural: 

1.ª pessoa – a que fala (eu / nós) 
2.ª pessoa – a quem se fala (tu / vós) 
3.ª pessoa – de quem se fala (ele, ela / eles, elas) 

O Gerúndio é uma forma particular do verbo. Indica que a acção está a decorrer. (ex: «Andando, a casa vai estando cada vez mais perto.»)